Archive for the ‘política’ Category
Ainda sobre a CPMF
Dizem que essa semana eles votam a CPMF. O governo diz que vai conseguir aprovar, a oposição diz que vai boicotar a votação. Resumindo, só temos a perder com essa história. Provavelmente vão querer votar essa merda em uma sessão extraordinária para os senadores ganharem algum por fora. Mas o que me fez escrever não é esse chove não molha dessa votação, mas o quanto a CPMF custa ao brasileiro.
Um estudo divulgado ontem pela Fecomercio SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) aponta que os brasileiros gastam mais com o imposto do cheque do que com arroz, feijão e leite. Os gastos com a CPMF podem chegar a R$40 bilhões em 2007, enquanto os gastos com arroz (R$ 10,3 bilhões), feijão (R$ 5,7 bilhões) e leite (R$ 9,1 bilhões) chegam a cerca de R$ 25 bilhões. Agora vejam se tem cabimento o brasileiro gastar mais com um imposto “provisório” do que com comida. Pode-se argumentar dizendo que a CPMF foi criada para a saúde, o Bolsa Família é pago com a verba da saúde e alguns podem dizer que a CPMF compra arroz, feijão e leite.
Pena que isso não cola. Se a CPMF fosse usada apenas para a saúde a falta desse imposto não deixaria o país inadministrável como diz o Lula. Teríamos problemas com a saúde, mas não iria piorar muito. Se essa grana toda fosse, realmente, para a saúde, teríamos os melhores hospitais do mundo. Os melhores médicos, melhores equipamentos, melhores centros de pesquisa. A saúde do brasileiro seria de ótima qualidade e todos os planos de saúde iriam falir.
Cansei de falar da CPMF, me dá azia e ânsia de vômito. Fui!
Brasil atinge o patamar de alto desenvolvimento humano.
A ONU divulgou recentemente um relatório onde o Brasil atinge a marca do 0.800 numa escala que varia de 0 a 1. Com isso, o Brasil abandona uma categoria em que estava inserido há um bom tempo: a de médio desenvolvimento. O Brasil encontra-se agora na 70ª posição, ainda atrás de alguns países da América Latina (como a tão odiada por nós Argentina, o México, o Panamá, a Costa Rica, Cuba etc).
Se por um lado é uma boa notícia ver que o Brasil caminha para uma condição de vida UM POUCO melhor, por outro é alarmante que nos encontremos atrás de países como Costa Rica ou Panamá. O Brasil tem potencial infinitamente superior a esses outros países, mas ainda sofre com a grande concentração de renda na mão de poucos e muito ricos e da má distribuição entre os mais necessitados, com planos de auxílio precário e ineficientes (qualquer semelhança com o bolsa família pode não ser mera coincidência).
Quem diria que nossos odiosos “hermanos” argentinos iam nos ver de cima do ranking, com uma política um pouco mais igualitária e com as pessoas mais necessitadas gozando de uma qualidade de vida um pouco melhor do que os nossos pobres? Um exemplo a ser seguido, assim como o magnífico Chile, que apresenta surpreendentes melhorias principalmente na área da educação (ponto que considero principal alicerce para o desenvolvimento de qualquer nação emergente).
Espero que essa passagem para um alto índice não iluda o povo, de forma que esse se conforme com as atuais propostas de mudança apresentadas pelo governo, e que esse apresente medidas mais eficientes para o Brasil se colocar na posição condizente com o seu potencial.
"Por que você não se cala?"
A frase acima foi dita durante a 17ª cúpula ibero-americana pelo Rei Juan Carlos I para o ditador da Venezuela, Hugo Chávez. Nossa, mas porque um rei iria tão baixo a ponto de mandar alguém se calar? A falta de educação de Chávez desencadeou a fúria do rei. Chávez já havia chamado o ex-premiê espanhol José María Aznar de fascista. Enquanto o atual premiê, José Luis Rodríguez Zapatero, defendia o rival, Chávez não manteve a educação e interrompia constantemente Zapatero.
O ditador venezuelano interrompia Zapatero dizendo que era livre para opinar. Dizia isso constantemente, sem deixar o outro opinar também. Comportamento digno de um ditador, ele manda e acabou. Só a opinião dele conta. Isso cansa e irrita qualquer ser humano com um mínino de sangue quente nas veias. Então o rei da Espanha mandou ele se calar!
O rei estaria irritado com as acusações de que ele teria apoiado o golpe contra Chávez em 2002? Estaria irritado porque um fanfarrão como Chávez tentava ser maior que o rei da Espanha que compareceu a todas as 17 edições da cúpula? Possivelmente. Mas como rei, teria que manter a compostura e assegurar a livre discussão. Cumprindo com suas obrigações, mandou Chávez se calar na hora certa.
Depois de Zapatero e Chávez falarem, o presidente da Nicarágua ainda defendeu a falta de educação do ditador. Todos podem falar, mas cada um na sua hora. Deixando espaço para todos darem suas opiniões. Nesse momento, o rei deixa a reunião. Eu, faria exatamente o mesmo. Após ser acusado de apoiar um golpe de estado, ter seu premiê chamado de fascista e não ter tido a chance de se defender, ele fez exatamente o esperado de qualquer homem. Ou voar na jugular de Chávez ou ir embora. Como rei, não poderia ir tão baixo como “sair no braço” com um ditadorzinho qualquer. Saiu.
Homenagem ao amigo Agostinho e seu blog falido
Hoje de manhã, estáva em um chat trocando uma idéia e dando uma risada quando o Agostinho pediu para que eu escrevesse um post. Eu escrevi, mas sobre outro tema. Escrevi sobre a falta de profissionais de nível técnico. Durante o almoço ele me cobrou o post sobre o assunto que estava sendo discutido no chat: Petróleo. Lá vai!
Ontem a Petrobrás anunciou a descoberta de uma “gigante” reserva de petróleo e já teve gente anunciando que agora o Brasil vai se tornar um país exportador de petróleo e mais um monte de baboseiras. No post anterior eu disse que as vagas que mais sobram é nas áreas de indústria química e petroquímica. Falta muita gente para trabalhar com petróleo. As ações da Petrobrás dispararam com o anúncio da descoberta. Se não fosse a Petrobrás, a BOVESPA fecharia em queda. Fechou em alta de 0,10%.
Afinal, o Brasil está preparado para exportar petróleo? Será que precisamos exportar petróleo? Não para as duas perguntas. O Brasil não está preparado para exportar petróleo. Os portos já estão trabalhando na capacidade máxima. Imagine um cargueiro atrás do outro entrando no Porto de Santos para ser carregado de petróleo! Haveria um congestionamento?
O Brasil também não precisa exportar. Acabamos de nos tornar auto-suficientes em petróleo. Todo mundo achou que o preço da gasolina ia baixar mas não vimos nada de novo. O nosso petróleo continua sendo vendido para o mercado interno a preço internacional. Se o petróleo começar a ser exportado e o preço continuar a subir as exportações tendem a aumentar. Todo mundo precisa de petróleo. Quem não produz, tem que comprar de fora. Se o mercado externo estiver mais interessante que o mercado interno, o preço do petróleo vendido internamente vai subir junto.
Mas vai ter gente falando em progresso, geração de divisas, política externa e o caralho a quatro. Tudo bem, ser exportador de petróleo dá um certo status hoje em dia. Se formos exportadores, vamos vender tudo e viver de energia renovável. A nossa energia vai ser barata e vamos ganhar um dinheirão vendendo petróleo para os gringos. Mantemos a Amazônia e enchemos o cu de grana. Palmas pra nós!!!
Merda de horário
Eu nunca gostei do Horário de Verão. Essa merda não serve para nada, só para nos atrapalhar. Daí vem algum boçal falando:”Ai, eu adoro sair do serviço as 18h e o dia ainda estar claro, dá pra aproveitar mais”. Como se o dia tivesse ficado maior. O dia continua tendo apenas 24h. E aproveitar o que? Se você vai embora arrumar a casa ou vai pra faculdade, não tem o que aproveitar. Simplesmente uma merda esse horário.
Se você se deita na “mesma hora” de antes, não vai conseguir dormir. Seu corpo ta acostumado a dormir uma hora mais tarde. Mas agora a hora de dormir se chama 1h da madrugada. E não tem choro, você vai ter que acordar na “mesma hora” de antes. O problema é que nessa hora você ainda vai estar dormindo. Ainda não é hora de acordar, porra.
Mas a desculpa mais esfarrapada é esse negócio de economia. A economia de energia com o horário de verão é mais que risível. Eles levam em conta a economia no horário das 17h às 22h. Mas o Sol nasce mais tarde também. O período da manhã não entra na conta da economia. Mesmo assim, a economia esperada é de apenas 4%, uma economia de 2000 MW.
Mais uma coisa, em Março, depois do final do lazarento do horário de verão, as companhias que fornecem energia elétrica pedem pro governo deixar elas aumentarem o preço do kWh. Alegam que o faturamento caiu. Sabe como que o faturamento delas caiu? Com o horário de verão. Elas vendem menos energia e usam isso como desculpa para aumentar o preço da energia elétrica para nós.
Vai, seu bucéfalo, defende o horário de verão agora. PORRA
Desculpem, não consegui esperar
No post anterior prometi que escreveria um post feliz, mas não vou fazer isso. Estou aqui para comentar um fato interessante. A prorrogação da CPMF até 2011. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e ainda precisa passar pelo Senado e pela caneta do presidente. O fato interessante é que partidos considerados de direita (do lado dos ricos) votaram maciçamente contra a aprovação enquanto os de esquerda (dizem estar do lado dos pobres e trabalhadores) votaram a favor. O texto foi aprovado por 333×113.
Quer ver a lista dos votos? Clique aqui
Me enganei, felizmente
Sim, felizmente me enganei. Há quase dois meses atrás, no dia 19 de Julho, escrevi um post sobre o acidente com o Airbus da TAM em Congonhas e em um dos parágrafos eu afirmei que Renan Calheiros seria esquecido pela mídia, pelo povo e pelos políticos. Me enganei, felizmente. O caso Renan Calheiros ainda está bem vivo e com novos capítulos a cada semana.
O último capítulo é a suspeita de que ele espionou companheiros de Senado para descobrir as falcatruas e chantageá-los com essas informações. Mais uma vez, a indústria do rabo-preso no Senado ainda está a todo vapor. Renan Calheiros já soma 5 processos e escapou apenas do primeiro, no episódio lamentável da absolvição a portas fechadas.
E a ex-mulher dele? Vocês viram a Playboy da Mônica Veloso? A Playboy quer bater o recorde de vendas de uma edição da revista. Pelo conteúdo da revista eu acho que não merece o recorde, mas o escândalo em que se apóia pode ser que alavanque as vendas. Sinceramente, não acredito que isso vá acontecer.
Agora a notícia mais importante do dia, amanhã é feriado! Logo, hoje é sexta-feira. E, talvez, amanhã teremos outro post. Sobre um assunto mais feliz, prometo!
O quase Nobel do Brasil
Ontem foram anunciados os nomes ganhadores do Prêmio Nobel desse ano. Entre eles dois físicos ganharam o prêmio por terem descoberto a magnetorresistência gigante, princípio que permitiu a criação de minúsculos discos de memória de computador, como os que existem nos miniaparelhos de música como o iPod. Mas o primeiro artigo científico sobre a descoberta é de um pesquisador brasileiro. Ele teve a idéia de realizar o experimento pioneiro na França, mas não conseguiu recursos para explorar a técnica no Brasil.
Os dois ganhadores do Nobel de Física são os pesquisadores Albert Fert e Peter Grünberg. O pesquisador brasileiro, Mario Baibich, realizou o primeiro experimento, que rendeu um artigo científico numa revista prestigiosa, na França com Albert Fert. Eles mediram a magnetorresistência em amostras de cromo e ferro. Fert desenvolveu o modelo. Baibich voltou para o Brasil empolgado com a idéia.
O pesquisador brasileiro enfrentou problemas técnicos que o impediram de continuar se dedicando à pesquisa. Não tinha os equipamentos para fazer os filmes (nanométricos de ferro e cromo), as pessoas acharam que ele estava querendo coisas muito dispendiosas. Por issso ele pediu auxílio para o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e não conseguiu.
“E a gente trabalha muito com ciência básica, já que a indústria aqui não tem o costume de investir, salvo raras e honrosas exceções”, desabafa o pesquisador. Por falta de auxílio, dinheiro, o Brasil pode ter deixado de receber o primeiro prêmio Nobel da história. Somos orgulhosos por sermos pentacampeões de futebol, mas o que isso trouxe de desenvolvimento para o Brasil?
Campanha para acabar com a "Vergonha Nacional"
Uma reportagem de ontem da Folha diz que, se buscarmos por “Vergonha Nacional” no Google, o primeiro resultado, topo da lista, é a página do Senado Nacional. Muito conveniente! A matéria diz também que isso se deve a provável manobra que consiste em um número grande de páginas da internet conterem o texto “Vergonha Nacional” apontando para o site do Senado.
Já que é assim, vamos nos unir, blogueiros do Brasil e vamos manter a página do senado como primeiro lugar da vergonha nacional. Se você também acha que os cargos legislativos no Brasil só servem para roubar nosso dinheiro se una à campanha “Abaixo o Legislativo” que estou criando agora. Vamo ae???
Quem são os terroristas?
Hoje, aniversário de 6 anos da queda do World Trade Center devido aos ataques “terroristas” feitos com dois aviões carregados de almas humanas, lamento a perda dessas vidas. Mas não lamento a queda dos prédios nem a ferida aberta nos EUA. Afinal, eles são os maiores terroristas.
No final da Segunda Guerra Mundial, os EUA lançaram duas bombas atômicas sobre duas cidades japonesas, Hiroshima e Nagasaki, matando 200 mil pessoas. Mortes instantâneas ou devido a envenenamento por radiação. Isso é terrorismo. A decisão de largar as bombas sobre o Japão foi tomada pelo Presidente dos E.U.A., Harry Truman. A sua intenção pública de ordenar os bombardeamentos foi de trazer um fim célere à guerra por inflicção de destruição e terror de subseqüente destruição, obrigando o Japão a apresentar a sua rendição. Em 26 de Julho, Truman e outros líderes aliados redigiram a Declaração de Potsdam, a qual delineava os termos da rendição do Japão:
“…O poder que agora converge sobre o Japão é imensuravelmente superior ao que, quando aplicado ao Nazis resistentes, semeou de forma necessária a destruição pelas terras, pela indústria e forma de vida de todo o povo alemão. A plena aplicação do nosso poder militar, apoiado pela nossa determinação, significará a inevitável e completa destruição das forças armadas japonesas e a igualmente inevitável e completa devastação da pátria japonesa…”
“…Apelamos ao Governo do Japão que proclame agora a rendição incondicional de todas as forças armadas japonesas, e o fornecimento de garantias próprias e adequadas da sua boa fé em tal acção. A alternativa para o Japão é a rápida e total destruição.”
No dia seguinte, jornais japoneses noticiavam que a declaração, cujo texto tinha sido radiodifundido e largado em papéis sobre o Japão, tinha sido rejeitada. A bomba atómica era ainda um segredo fortemente guardado e não mencionado na declaração.
Foi feito um Conselho de Alvos para decidir aonde jogariam as bombas e em Maio de 1945 escolheram as cidades de Kyoto, Hiroshima, Yokohama e o arsenal em Kokura. Os efeitos psicológicos no Japão eram de enorme importância para os membros do Conselho. Também concordaram entre si que o uso inicial da arma deveria ser suficientemente espectacular e importante de forma a ser reconhecido internacionalmente. O Conselho sentiu que Kyoto, sendo um dos centros intelectuais e religioso do Japão, tinha uma população “melhor preparada para compreender o significado da arma”. Hiroshima foi escolhida devido à sua grande dimensão e ao potencial de destruição que poderia demonstrar após ser atingida.
Hiroshima era considerada uma base menor de pouca importância de fornecimentos e de logística para os militares japoneses. A cidade era, com efeito, um centro de comunicações, um ponto de armazenamento, e uma zona de reunião para tropas. Era uma das cidades japonesas deixadas deliberadamente intocadas pelos bombardeamentos estadounidenses, proporcionando um ambiente perfeito para medir o dano causado pela bomba atómica na luz do dia.
O centro da cidade continha vários edifícios de concreto armado e outras estruturas mais ligeiras. A área em volta do centro estava congestionada por um denso aglomerado de oficinas de madeira, construídas entre as casas japonesas. Algumas fábricas de maior dimensão estavam estabelecidas no limite urbano. As casas eram, na sua maioria, de madeira com topos de telha, sendo também de madeira vários dos edifícios fabris. A cidade era assim, no seu todo, extremamente susceptível a danos por fogo.
No dia 6 de Agosto de 1945 foi lançada a bomba Little Boy, contendo 60Kg de Urânio 235 e comportou-se precisamente como esperado. Matou 80 mil pessoas instantaneamente e destruiu ou avariou seriamente cerca de 90% das edificações. Mas os ianques não estavam contentes ainda. Precisavam criar mais terror.
A cidade de Nagasaki tinha, até à altura, sido um dos maiores e mais importantes portos de mar do sul do Japão, sendo, por isso, de grande importância em tempo de guerra devido à sua abrangente atividade industrial, incluindo a produção de canhões e munições, navios, equipamento militar, e outros materiais de guerra.
Em contraste com os vários aspectos modernos de Nagasaki, a grande maioria das residências era de construção japonesa antiquada, sendo a madeira a principal matéria-prima. Era freqüente nem ser sequer usada argamassa na sua construção, e os telhados eram de telha simples. Muitos dos edifícios que albergavam a pequena indústria eram também feitos de madeira ou de outros materiais não concebidos para suportar explosões. Foi permitido a Nagasaki, durante muitos anos, crescer sem obedecer a um plano urbanístico. As residências eram construídas junto a edifícios de fábricas, sendo o espaço entre os edifícios mínimo. Esta situação repetia-se maciçamente por todo o vale industrial.
E no dia 9 de Agosto de 1945 foi lançada a bomba Fat Man, contendo 6,4Kg de plutônio-239. Cerca de 40 mil habitantes morreram instantaneamente. No entanto, crê-se que o número total de habitantes mortos poderá ter atingido os 80.000, incluindo aqueles que morreram, nos meses posteriores, devido a envenenamento radioativo.
É evidente que com os bombardeios atômicos de cidades japonesas não se perseguiu nenhum objetivo militar importante. O general MacArthur, que durante a guerra teve sob seu comando as tropas aliadas no oceano Pacífico, reconheceria em 1960: “Não havia nenhuma necessidade militar de empregar a bomba atômica em 1945.” Tentando encobrir as reais finalidades do bombardeio atômico, Truman declarou em 9 de agosto de 1945 que o golpe atômico foi assestado “contra a base militar de Hiroshima” com a finalidade de “evitar vítimas entre a população civil”.
Tudo isso sem mencionar os crimes de guerra que os Aliados também cometeram, mas, como saíram vencedores, não foram investigados nem punidos. Ainda temos as Guerras do Vietnã, Golfo Pérsico e as atuais invasões do Afeganistão e do Iraque. Todas elas com o propósito de levar a democracia a esses países. Mas nenhum desses objetivos foi alcançado até o momento.
Conclusão, os verdadeiros terroristas são os coitados dos ianques, que por cause dos 3 mil mortos no WTC mataram muito mais. São genocidas e terroristas. Tão ou até mais que os se autodenominam terroristas. Até quando vamos ver Estados Terroristas levantarem a mão para povos oprimidos por eles mesmos enquanto esses só querem se defender da opressão e ter a liberdade que toda nação soberana possui?




